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Novo jogo

Autotal / Luiz Fernando Lovik – Auto Press

Novo jogo    

A Kia vai praticamente mudar a sua abordagem no segmento de sedãs médios com o novo Cerato. A julgar pelas primeiras imagens oficiais da nova geração do veículo, a marca coreana vai parar de brigar praticamente apenas no setor de entrada do segmento, onde tem o Nissan Sentra como rival, por exemplo, para disputar com modelos consagrados, como Honda Civic e Toyota Corolla.

Com a mesma plataforma do Hyundai Elantra, o Cerato ficou mais encorpado e parece ter um porte superior. O design ficou a cargo de Peter Schreyer, o responsável pela recente mudança visual nos carros da Kia. Conhecido em alguns mercados com o nome de Forte, o Cerato ganhou linhas fluidas e entalhes na carroceria. A grade é a característica da marca e remete ao nariz de um tigre.

Triunfo oficial
A famosa marca inglesa de motos Triumph vai retornar às suas atividades no mercado brasileiro ainda este ano. A primeira concessionária dessa nova fase abrirá em São Paulo em outubro. A operação da Triumph no Brasil terá direito a uma fábrica, em Manaus, que começa a montar as motos em regime CKD já em setembro. O investimento para a pequena linha de montagem foi de pouco mais de R$ 1,5 milhão e empregará 45 funcionários.

Os modelos que serão comercializados ainda não foram confirmados, mas alguns dos mais emblemáticos da marca devem aparecer. Caso da naked Speed Triple, com seu motor de 1.050 cc e 135 cv. A bigtrail Tiger e a esportiva Daytona são outras que devem desembarcar no Brasil.

Finalmente completa
A Audi finalizou a renovação da linha do A5, médio com design mais esportivo da marca, com a apresentação de três configurações do S5: Sportback, Coupé e Cabriolet. Todas são equipadas com um motor V6 3.0 TFSI de 333 cv de potência, tração integral, rodas de liga leve de 18 polegadas e sistema que modifica parâmetros de motor, transmissão e suspensão de acordo com a necessidade.

Os preços são altos. R$ 355.900 para o Sportback, R$ 360.900 no Coupé e R$ 387.900 no Cabriolet. O mais rápido dos três é o cupê, que atinge os 100 km/h partindo da inércia em apenas 4,9 segundos, enquanto os outros superam a marca dos 5 segundos. A velocidade máxima dos três é limitada eletronicamente em 250 km/h.

Maré está alta

A Porsche está conseguindo passar incólume pela crise europeia. No balanço semestral da marca, os números estão no azul. O crescimento chegou a 21% em relação ao mesmo período de 2011, com alta de 23% nas vendas e lucro operacional de 1,26 bilhão de euros. Foram 68.940 Porsches entregues nos seis primeiros meses de 2012. Um dos maiores responsáveis pelo salto foi a nova geração do 911, considerada um sucesso. O super sedã Panamera também teve um aumento de 31% nos emplacamentos, enquanto o bem-sucedido Cayenne subiu 25%. A meta é chegar aos 200 mil carros anuais até 2018.

Um dos modelos responsáveis pelo crescimento futuro deverá ser também uma nova station esportiva. O modelo, baseado no Panamera, já se encontra em estágio avançado de desenvolvimento e estará no próximo Salão de Paris, em setembro. O novo carro deve aparecer ainda como um conceito, para medir a aceitação do público – último entrave para a confirmação do projeto. O visual terá um perfil esbelto e muito esportivo. A traseira terá um caimento mais pronunciado e o interior recheado de soluções práticas para um carro familiar.

Entrada fácil
A Volkswagen começou a usar o Porto de Suape, em Pernambuco, para melhorar a distribuição de carros importados no Nordeste. Inicialmente, a station Spacefox e a picape Amarok, vindos da fábrica de General Pacheco, na Argentina, serão levados até lá. O primeiro lote, de 200 unidades dos dois modelos, chegou no último dia 26 de julho.

A marca espera reduzir a demora no atendimento aos pedidos das regiões Norte e Nordeste. Segundo a Volkswagen, a localização do porto – a 40 km de Recife – permite uma melhor capilaridade na distribuição, que antes ia de caminhão desde o Porto de Santos, no litoral paulista.

De volta ao topo
A Toyota enfim conseguiu retomar a liderança mundial nas vendas. A fabricante japonesa tirou da GM o primeiro lugar ao conseguir expressivos 33,7% de crescimento nos seis primeiros meses de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. O total de veículos comercializados chega a 4,97 milhões no mundo todo. A GM cresceu 8,9%, para 4,67 milhões de unidades. A Volkswagen fechou o semestre em terceiro lugar, com 4,45 milhões de carros vendidos.

O tsunami que arrasou o Japão no início de 2011 foi um dos principais culpados pela queda na produção da Toyota, que teve fábricas danificadas. Posteriormente, inundações na Tailândia paralisaram outras linhas de montagem. Com a normalização da produção, a marca a recuperou as vendas nos Estados Unidos, e voltou ao topo.

Luz no fim do túnel
Depois de algumas semanas de más notícias, com anúncios de fechamento de fábricas, inclusive, a PSA Peugeot Citroën finalmente vislumbra algum motivo para sorrir. A empresa emitiu um comunicado que mostra que está animada com a decisão do governo francês em ajudar a indústria automotiva local.

O conjunto de ações do governo ainda não foi divulgado oficialmente, mas deve incluir incentivos para a compra de veículos elétricos e híbridos. O Estado francês estaria disposto a comprar 25% da produção dos veículos ecologicamente corretos. Além disso, a PSA declarou que vai se envolver na campanha para fortalecer a imagem dos carros franceses com os próprios franceses.

Visto concedido
A CN Auto, responsável pela importação das pequeninas Towner, confirmou a produção dos utilitários em Linhares, no Espírito Santo. A importadora assinou um contrato de transferência de tecnologia com a Hafei – que faz os carros na China – para poder produzir no Brasil sob licença. As primeiras unidades dos cinco modelos feitos em Linhares deverão sair apenas em 2014. Serão das versões picape cabine simples, dupla e estendida, e o furgão para passageiros ou carga.

Foram investidos R$ 250 milhões na primeira fase do projeto, que será capaz de produzir 25 mil unidades anuais a cada turno implantado. Segundo a CN Auto, a fábrica não foi construída antes por uma questão de estratégia, que privilegiou a criação de uma rede de concessionários e suporte técnico no país antes da operação nacional. O contrato de licença também já permite a convocação de fornecedores locais, que aos poucos aumentará o índice de nacionalização das Towner ainda importadas, antes da produção total em Linhares.

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Categoria(s): Autotal,Desde Brasil
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